quarta-feira, 4 de setembro de 2013

         Ciranda, cirandinha vamos todos... estudar?
         
            
                      Para  algumas pessoas é difícil pensar no estudo como um momento de relaxamento, diversão e, ao mesmo tempo, aprendizado.

               No entanto, existe uma necessidade de o ensino ser mais dinâmico, interativo e fluido. Para aprender é necessário ensinar, para ensinar, aprender. É uma via de mão dupla, em que a brincadeira assume um papel de importância no sentido não apenas de buscar o aluno em seu universo, mas imergir no universo dele, entendendo os caminhos que ele percorre para chegar a determinadas respostas e os porquês de ele fazer certas perguntas.

                É crescente a quantidade de jogos educativos, plataformas online de acesso à material didático, sites que apresentam quiz de disciplinas estudadas na escola e até games para redes sociais. Nesse sentido, brincar apresenta duas vertentes: a expressão e demonstração das vontades da criança e a pedagógica.

                  É preciso lembrar que não estamos falando em ficar vigiando as crianças enquanto brincam, analisando tudo, ou então deixá-las fazerem o que tem vontade. Brincadeira tem limites, cuidados e horários! O ideal - e mais difícil, convenhamos - é explorar ambas para um melhor desenvolvimento do aluno enquanto estudante, e também como pessoa.

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