Ciranda, cirandinha vamos todos... estudar?
Para algumas
pessoas é difícil pensar no estudo como um momento de relaxamento, diversão e,
ao mesmo tempo, aprendizado.
No entanto, existe uma necessidade de o
ensino ser mais dinâmico, interativo e fluido. Para aprender é necessário
ensinar, para ensinar, aprender. É uma via de mão dupla, em que a brincadeira
assume um papel de importância no sentido não apenas de buscar o aluno em seu
universo, mas imergir no universo dele, entendendo os caminhos que ele percorre
para chegar a determinadas respostas e os porquês de ele fazer certas
perguntas.
É crescente a quantidade de jogos
educativos, plataformas online de acesso à material didático, sites
que apresentam quiz de disciplinas estudadas na escola e até games para redes
sociais. Nesse sentido, brincar apresenta duas vertentes: a expressão e
demonstração das vontades da criança e a pedagógica.
É preciso lembrar que não estamos
falando em ficar vigiando as crianças enquanto brincam, analisando tudo, ou
então deixá-las fazerem o que tem vontade. Brincadeira tem limites, cuidados e
horários! O ideal - e mais difícil, convenhamos - é explorar ambas para um
melhor desenvolvimento do aluno enquanto estudante, e também como pessoa.

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